A pergunta mais importante que fazem é: "a IA tem acesso total à minha máquina?"
Resposta: não. E é assim por design.
O agente instalado no PC só sabe executar uma lista fechada de correções seguras e conhecidas: limpar temporários, esvaziar lixeira, renovar cache DNS, reiniciar o Windows Explorer, destravar atualizações do Windows, verificar integridade do sistema (SFC), otimizar SSD, desfragmentar HD. Nada de acesso remoto arbitrário, nada de "faz aí o que você quiser".
Em ações que mexem no sistema, a IA explica o problema em linguagem simples — o que está acontecendo, o que pode acontecer se ignorar e o que ela pretende fazer — e espera o seu OK no painel. Nada acontece sem você apertar o botão.
Cada detecção, cada correção, cada resultado vira histórico com data, hora e quem aprovou. Se um dia precisar prestar contas — para o dono, para o cliente, para o técnico — está tudo lá.
O agente tem ~1 MB, roda como serviço do Windows em segundo plano e não incomoda o usuário. Sem janelas abrindo, sem travar o PC, sem pedir atenção.